Temporada 2024/2025
HUMUS
É da terra que germina a temporada ‘Húmus’.
Terra barro, terra abrigo, terra solo, terra matéria, terra escola, terra corpo …
“Humano” encontra a sua origem no termo latim “humus” - “terra fértil”.
Se a terra fértil nasce de uma complexa rede ecológica de relações, para sermos inteiramente humanos, para sermos terra fértil, teremos talvez de reclamar este ventre materno, adentrando a terra até que seja possível reflorestar em nós e nas ecologias que habitamos práticas de igual cuidado, colaboração e simbiose.
Projectos Anteriores
08 / Novembro / 2024
‘Águas do Pastaza’
Projeção do filme
O filme ‘Águas do Pastaza’ viajou até Mora para que pudéssemos mergulhar nas suas Águas e no viver que esta terra testemunha. Um filme que nos desperta para o que terra pode ser e o que a pertença á mesma pode representar. Vimos tão claramente como a ecologia de relações que dá vida á terra, ao solo, também pode existir em nós, solo acima.
A realizadora do filme, Inês T. Alves também viajou até Mora, trazendo a maravilhosa oportunidade de podermos questionar e dialogar sobre as inquietações, curiosidades e deslumbramentos que este filme evoca.
Uma das sessões decorreu na Escola Básica e Secundária de Mora com alunos do 6º ano, no auditório Municipal de Mora decorreu uma outra sessão, aberta ao público geral.
Muitas perguntas surgiram e talvez vivam ainda nas águas de quem as pronunciou e de quem as ouviu.
Temporada 2023/2024O Tempo das Oliveiras
A Oliveira e toda a história que ela traz consigo, irão guiar-nos nesta viagem.
A história da terra é a história das culturas que tecemos, dos paradigmas que erguemos, de como nos posicionamos no mundo.
As histórias, passadas e presentes, criadas em torno da Oliveira, são metáforas que podem lançar luz sobre as fendas do nosso atual paradigma de separação.
Com a orientação da Oliveira talvez possamos aprender a sua língua, e no desaprender da nossa possamos escutar sensibilidades e inteligências mais que humanas.
28 / Setembro / 2024
O Silêncio das Oliveiras
’O Silêncio das Oliveiras’ marcou o término da temporada 2023/24,
'O tempo das Oliveiras’. Esta celebração fez-se de vários momentos, todos eles ancorados á pratica da escuta do silêncio, da noite e claro à presença viva das Oliveiras. O cantautor Pedro Moura foi o despertador de silêncios.
O silêncio que nos guiou por uma experiência de escuta e que nos conduziu ao primeiro círculo da noite, poesia, leituras, outros silêncios…
O encontro à mesa trouxe ao paladar o sabor do primeiro outono. No último círculo, aos pés da Oliveira mãe, histórias que se contaram.
‘Águas do Pastaza’
Projeção do filmeO filme ‘Águas do Pastaza’ viajou até Mora para que pudéssemos mergulhar nas suas Águas e no viver que esta terra testemunha. Um filme que nos desperta para o que terra pode ser e o que a pertença á mesma pode representar. Vimos tão claramente como a ecologia de relações que dá vida á terra, ao solo, também pode existir em nós, solo acima.
A realizadora do filme, Inês T. Alves também viajou até Mora, trazendo a maravilhosa oportunidade de podermos questionar e dialogar sobre as inquietações, curiosidades e deslumbramentos que este filme evoca.
Uma das sessões decorreu na Escola Básica e Secundária de Mora com alunos do 6º ano, no auditório Municipal de Mora decorreu uma outra sessão, aberta ao público geral.
Muitas perguntas surgiram e talvez vivam ainda nas águas de quem as pronunciou e de quem as ouviu.
A realizadora do filme, Inês T. Alves também viajou até Mora, trazendo a maravilhosa oportunidade de podermos questionar e dialogar sobre as inquietações, curiosidades e deslumbramentos que este filme evoca.
Uma das sessões decorreu na Escola Básica e Secundária de Mora com alunos do 6º ano, no auditório Municipal de Mora decorreu uma outra sessão, aberta ao público geral.
Muitas perguntas surgiram e talvez vivam ainda nas águas de quem as pronunciou e de quem as ouviu.
O Tempo das Oliveiras
A Oliveira e toda a história que ela traz consigo, irão guiar-nos nesta viagem.
A história da terra é a história das culturas que tecemos, dos paradigmas que erguemos, de como nos posicionamos no mundo.
As histórias, passadas e presentes, criadas em torno da Oliveira, são metáforas que podem lançar luz sobre as fendas do nosso atual paradigma de separação.
Com a orientação da Oliveira talvez possamos aprender a sua língua, e no desaprender da nossa possamos escutar sensibilidades e inteligências mais que humanas.
A história da terra é a história das culturas que tecemos, dos paradigmas que erguemos, de como nos posicionamos no mundo.
As histórias, passadas e presentes, criadas em torno da Oliveira, são metáforas que podem lançar luz sobre as fendas do nosso atual paradigma de separação.
Com a orientação da Oliveira talvez possamos aprender a sua língua, e no desaprender da nossa possamos escutar sensibilidades e inteligências mais que humanas.
O Silêncio das Oliveiras
’O Silêncio das Oliveiras’ marcou o término da temporada 2023/24,
'O tempo das Oliveiras’. Esta celebração fez-se de vários momentos, todos eles ancorados á pratica da escuta do silêncio, da noite e claro à presença viva das Oliveiras. O cantautor Pedro Moura foi o despertador de silêncios.
O silêncio que nos guiou por uma experiência de escuta e que nos conduziu ao primeiro círculo da noite, poesia, leituras, outros silêncios…
O encontro à mesa trouxe ao paladar o sabor do primeiro outono. No último círculo, aos pés da Oliveira mãe, histórias que se contaram.
'O tempo das Oliveiras’. Esta celebração fez-se de vários momentos, todos eles ancorados á pratica da escuta do silêncio, da noite e claro à presença viva das Oliveiras. O cantautor Pedro Moura foi o despertador de silêncios.
O silêncio que nos guiou por uma experiência de escuta e que nos conduziu ao primeiro círculo da noite, poesia, leituras, outros silêncios…
O encontro à mesa trouxe ao paladar o sabor do primeiro outono. No último círculo, aos pés da Oliveira mãe, histórias que se contaram.
06 / Abril / 2024
Soada
No dia 6 de Abril abrimos as portas á comunidade e desafiámo-nos a soar, cantar, escutar...
A Soada foi um dia cheioque começou com a especial presença da Mariana Root que nos presenteou com o workshop de voz Ser Canto, seguido de uma viagem sonora. Visitámos o sopro e a voz profunda que nos habita, por vezes esquecida ou silenciada.
Pela noite fizémos um círculo em volta do fogo sonoo que dançou entre as vozes e repertórios da Mariana Root, Ana Root, Grupo de Cantares de Brotas, André Diniz e Catarina Guerra num desconcerto Desgarrada.
Se somos terra, escutar-nos é escutar a terra e escutar a terra é escutar-nos...
21 / Março / 2024
Seiva
Cantando, contando, atravessaremos a água até que a nossa pele seja a
margem, o sangue o rio, a boca a foz. Seremos então de corpo cheio, água?
Uma adaptação de vários mitos sobre a origem da vida:
‘Água e ciclo cósmico’; ‘A serpente e a canoa’ - Selvagem, ciclo de estudos
sobre a vida
‘O som do rugido da onça’, Micheliny Verunschk
‘Pan Ku’, (História de criação Taoísta)
‘A agitação do oceano’, Samudra Manthana (História Hindu)
‘A Mulher, o Leite e a Cobra’, José Gabriel Pereira Bastos e Fernanda Birrento
‘Mitos da Terra Sagrada’, Brian Leigh Molineaux
‘Divindades Femininas’, Shahrukh Husain
10-12 / Novembro / 2023
Safra
A Safra fez-se colhendo, provando, escutando, lembrando, cantando, tacteando
Durante 3 dias de Safra ousámos habitar o Tempo das Oliveiras; com as vozes e as memórias de Brotas, com a curiosidade e partilhas dos investigadores José Muñoz-Rojas e Ignacio Garcia Pereda, com a presença e as histórias de Ana Sofia Paiva, que semearam reverência e maravilhamento; com a poderosa entrega de todos os participantes que aceitaram o desafio e que nos desafiaram a olhar de uma outra forma; as oliveiras, que abriram as suas bocas e nos deixaram ouvir....
Soada
No dia 6 de Abril abrimos as portas á comunidade e desafiámo-nos a soar, cantar, escutar...
A Soada foi um dia cheioque começou com a especial presença da Mariana Root que nos presenteou com o workshop de voz Ser Canto, seguido de uma viagem sonora. Visitámos o sopro e a voz profunda que nos habita, por vezes esquecida ou silenciada.
Pela noite fizémos um círculo em volta do fogo sonoo que dançou entre as vozes e repertórios da Mariana Root, Ana Root, Grupo de Cantares de Brotas, André Diniz e Catarina Guerra num desconcerto Desgarrada.
Se somos terra, escutar-nos é escutar a terra e escutar a terra é escutar-nos...
A Soada foi um dia cheioque começou com a especial presença da Mariana Root que nos presenteou com o workshop de voz Ser Canto, seguido de uma viagem sonora. Visitámos o sopro e a voz profunda que nos habita, por vezes esquecida ou silenciada.
Pela noite fizémos um círculo em volta do fogo sonoo que dançou entre as vozes e repertórios da Mariana Root, Ana Root, Grupo de Cantares de Brotas, André Diniz e Catarina Guerra num desconcerto Desgarrada.
Se somos terra, escutar-nos é escutar a terra e escutar a terra é escutar-nos...
Seiva
Cantando, contando, atravessaremos a água até que a nossa pele seja a
margem, o sangue o rio, a boca a foz. Seremos então de corpo cheio, água?
Uma adaptação de vários mitos sobre a origem da vida:
‘Água e ciclo cósmico’; ‘A serpente e a canoa’ - Selvagem, ciclo de estudos
sobre a vida
‘O som do rugido da onça’, Micheliny Verunschk
‘Pan Ku’, (História de criação Taoísta)
‘A agitação do oceano’, Samudra Manthana (História Hindu)
‘A Mulher, o Leite e a Cobra’, José Gabriel Pereira Bastos e Fernanda Birrento
‘Mitos da Terra Sagrada’, Brian Leigh Molineaux
‘Divindades Femininas’, Shahrukh Husain
margem, o sangue o rio, a boca a foz. Seremos então de corpo cheio, água?
Uma adaptação de vários mitos sobre a origem da vida:
‘Água e ciclo cósmico’; ‘A serpente e a canoa’ - Selvagem, ciclo de estudos
sobre a vida
‘O som do rugido da onça’, Micheliny Verunschk
‘Pan Ku’, (História de criação Taoísta)
‘A agitação do oceano’, Samudra Manthana (História Hindu)
‘A Mulher, o Leite e a Cobra’, José Gabriel Pereira Bastos e Fernanda Birrento
‘Mitos da Terra Sagrada’, Brian Leigh Molineaux
‘Divindades Femininas’, Shahrukh Husain
Safra
A Safra fez-se colhendo, provando, escutando, lembrando, cantando, tacteando
Durante 3 dias de Safra ousámos habitar o Tempo das Oliveiras; com as vozes e as memórias de Brotas, com a curiosidade e partilhas dos investigadores José Muñoz-Rojas e Ignacio Garcia Pereda, com a presença e as histórias de Ana Sofia Paiva, que semearam reverência e maravilhamento; com a poderosa entrega de todos os participantes que aceitaram o desafio e que nos desafiaram a olhar de uma outra forma; as oliveiras, que abriram as suas bocas e nos deixaram ouvir....
Durante 3 dias de Safra ousámos habitar o Tempo das Oliveiras; com as vozes e as memórias de Brotas, com a curiosidade e partilhas dos investigadores José Muñoz-Rojas e Ignacio Garcia Pereda, com a presença e as histórias de Ana Sofia Paiva, que semearam reverência e maravilhamento; com a poderosa entrega de todos os participantes que aceitaram o desafio e que nos desafiaram a olhar de uma outra forma; as oliveiras, que abriram as suas bocas e nos deixaram ouvir....
21-26 / Maio / 2023
Círculos de
Diálogo: Água
Foi nas histórias da água que mergulhámos. Círculos de conversas na Aldeia de Brotas contaram com a partilha de quem viveu esta terra ao longo do tempo. Quais são as histórias da água nesta terra?
Qual a história da paisagem e da sua transformação ao longo do tempo? De onde vinha a água? Como é que ela chegava às pessoas? Como e para que é que era usada? E agora? o que mudou? Porquê?
Estas foram algumas das questões lançadas.
Histórias, dizeres e olhares de tempos ricos, de mudanças, de abandonos, de memórias.
Ainda navegando em águas foi projetado o filme documentário, Revivendo Rios (“Reviving Rivers”) realizado pela equipa Water Stories. Um filme que nos fala do reanimar de 7 rios e o trabalho de Rajendra Singh na India, cuja missão assenta não só no regenerar da água e da terra, bem como das comunidades que as cuidam.
2020 - 2023
‘A Luz da Sombra’ Associação monte da amOrada
‘A Luz da Sombra’ Associação monte da amOrada
Performances finais da Linha de Desenvolvimento ‘A Luz da Sombra’:
2023 | Na Liberdade do Vagar, Atravessar Pontes, Beber das Fontes
O valor intrínseco da Água na relação com os conceitos de Liberdade e Vagar que definem o título de Évora Capital Europeia da Cultura 2027
2022 | Quando a Terra chama o que respondemos?
A Terra precisa de nós? Nós precisamos da Terra. Uma reflexão, um sentir construído no corpo.
2021 | Oliveira Guardiã
Uma memória, uma história guardada neste meu objecto. Uma Oliveira, uma história, guardiã desta memória
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